Médicos encontram 50 agulhas em corpo de criança na BA
15 de dezembro de 2009 • 13h33 • atualizado às 13h35 Comentários
Reduzir Normal Aumentar Imprimir Um menino foi internado em Barreiras, na Bahia, após um exame ter detectado pelo menos 50 agulhas no corpo do jovem. Os objetos metálicos estavam espalhados pelo tórax, abdome, pernas. As informações são do Jornal Hoje.
Segundo a reportagem, a mãe levou o menino ao médico em Ibotirama, que o mandou ao hospital em Barreiras. O hospital afirmou que o jovem está em estado grave, já que uma das agulhas perfurou um pulmão da criança.
A mãe afirmou que deixava o menino com a avó. A polícia investiga o caso, mas não sabe ainda como as agulhas foram parar no corpo da criança. De acordo com a reportagem, os médicos acreditam que os objetos não foram engolidos, já que apareceram em diversas partes do corpo.
segunda-feira, 28 de dezembro de 2009
Padrasto do menino com agulhas pelo corpo fala ao Fantástico...
Padrasto do menino com agulhas pelo corpo fala ao Fantástico
Ele diz que dava vinho ao menino antes de introduzir os objetos.
Segundo o pedreiro, objetivo era matar a criança para se vingar da mãe.
Do G1, com informações do Fantástico
O menino de dois anos que está internado em um hospital em Salvador, com agulhas pelo corpo, passa bem e pode passar por uma nova cirurgia neste domingo (20) ou segunda (21).
Veja o site do Fantástico
O padrasto do menino, o ex-ajudante de pedreiro Roberto Carlos Magalhães, é suspeito de enfiar as agulhas no corpo da criança. Ele e outras duas mulheres, também suspeitas de envolvimento, estão presos.
Ele falou ao Fantástico e deu detalhes do que fazia com o menino.
"Colocava um pouquinho de vinho mais forte e água e dava ao menino. Ele bebia e desmaiava. Aí, colocava as agulhas", conta Magalhães. "Fiz isso duas ou três vezes por semana, durante um mês."
Agora, ele não esconde o que fez. Mas quando falou pela primeira vez à polícia, deu outra versão. Um dia depois de ter jurado inocência à escrivã, Magalhães sumiu.
Na quarta-feira (16), graças a uma denúncia anônima, foi descoberto pelo delegado Helder Santana no hospital onde o bebê estava internado.
saiba mais
Menino com agulhas pode passar por 2ª cirurgia ainda neste domingo
Após retirada de agulhas, menino de 2 anos tem quadro estável
Após cirurgia para retirada de quatro agulhas, menino de 2 anos passa bem
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O caso
A criança foi levada pela mãe ao hospital de Ibotirama, no oeste baiano, no dia 9 de dezembro. Chorava muito. Sem um diagnóstico evidente, os médicos pediram uma radiografia.
"A equipe ficou surpresa. Repetimos o exame, pensando que era problema do raio-X. ninguém pensava que alguém tivesse capacidade de fazer isso em alguém de 2 anos", diz o médico Gilmar Calazans.
As imagens não deixavam dúvidas: o corpo da criança tinha sido perfurado por 31 agulhas de costura.
O padrasto confessou a violência. Segundo a polícia, disse que era tudo um ritual e que duas mulheres o ajudaram. Uma delas é Maria dos Anjos Nascimento, a Bia, de 56 anos. À polícia, ela disse que faz trabalhos religiosos. A outra é a lavradora Angelina dos Santos. Magalhães diz que é amante dela, o que ela nega.
As duas estão presas temporariamente. Negam participação e dizem que a acusação de Magalhães é absurda.
Por causa da revolta da população de Ibotirama, a polícia decidiu transferir Magalhães de cidade. Pouco antes de ser removido, explicou à reportagem do Fantástico qual era seu objetivo: matar a criança.
"Foi ideia de louco mesmo colocar essas agulhas nele. Eu colocava na perna e na barriga dele. Na hora, ele estava dopado. Ia matar a criança. Pobre do coitado", diz o padrasto do menino. "Eu brigava direto com minha mulher. Passava 15, 20 dias de mal com ela e começava a fazer essa palhaçada besta de matar o menino", diz.
Ritual
Magalhães conta que a criança era levada para a casa de Angelina para poder aplicar as agulhas. Sobre a participação de Bia, ele explica: "A Bia trabalhava com os caboclos, com os orixás, para poder fazer isso. Era ela quem preparava o vinho para dopar o menino".
"Foi um sofrimento brabo mesmo. Era para atingir a mãe do menino. Angelina ficava ali junto, segurando no menino, para eu poder colocar as agulhas. Eu achava que as agulhas iam caminhar pelo corpo para matar o menino", diz ele, que achava que ninguém ia descobrir.
E conta que o menino tinha medo dele. "Ele corria, gritava nos braços da mãe que não queria de jeito nenhum quando me via. Eu levava ele para casa e depois para o hospital. Eu falava para o médico que ele estava chorando e depois começava a vomitar. O médico passava o soro. Eu levava ele para casa e fazia a ruindade de novo", diz.
O padrasto vivia com a mãe do menino havia seis meses. Além da criança que foi agredida, ela tem dois filhos com outro homem. Na casa onde a família vivia, a avó materna, Adelicia Souza dos Santos, sofre à espera de notícias. Era ela quem cuidava da criança.
"Ele é como um filho meu. É o menino que eu quero mais bem", diz ela.
Transferida na quinta-feira (17) a Salvador, a criança passou por uma cirurgia de cinco horas. Mas o menino sobreviveu e já respira sem a ajuda de aparelhos na unidade de tratamento intensivo. Quatro agulhas – duas no coração e duas no pulmão – foram extraídas. Eram as mais perigosas. Mais duas cirurgias ainda devem ser feitas para a retirada total das agulhas.
Ele diz que dava vinho ao menino antes de introduzir os objetos.
Segundo o pedreiro, objetivo era matar a criança para se vingar da mãe.
Do G1, com informações do Fantástico
O menino de dois anos que está internado em um hospital em Salvador, com agulhas pelo corpo, passa bem e pode passar por uma nova cirurgia neste domingo (20) ou segunda (21).
Veja o site do Fantástico
O padrasto do menino, o ex-ajudante de pedreiro Roberto Carlos Magalhães, é suspeito de enfiar as agulhas no corpo da criança. Ele e outras duas mulheres, também suspeitas de envolvimento, estão presos.
Ele falou ao Fantástico e deu detalhes do que fazia com o menino.
"Colocava um pouquinho de vinho mais forte e água e dava ao menino. Ele bebia e desmaiava. Aí, colocava as agulhas", conta Magalhães. "Fiz isso duas ou três vezes por semana, durante um mês."
Agora, ele não esconde o que fez. Mas quando falou pela primeira vez à polícia, deu outra versão. Um dia depois de ter jurado inocência à escrivã, Magalhães sumiu.
Na quarta-feira (16), graças a uma denúncia anônima, foi descoberto pelo delegado Helder Santana no hospital onde o bebê estava internado.
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Menino com agulhas pode passar por 2ª cirurgia ainda neste domingo
Após retirada de agulhas, menino de 2 anos tem quadro estável
Após cirurgia para retirada de quatro agulhas, menino de 2 anos passa bem
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O caso
A criança foi levada pela mãe ao hospital de Ibotirama, no oeste baiano, no dia 9 de dezembro. Chorava muito. Sem um diagnóstico evidente, os médicos pediram uma radiografia.
"A equipe ficou surpresa. Repetimos o exame, pensando que era problema do raio-X. ninguém pensava que alguém tivesse capacidade de fazer isso em alguém de 2 anos", diz o médico Gilmar Calazans.
As imagens não deixavam dúvidas: o corpo da criança tinha sido perfurado por 31 agulhas de costura.
O padrasto confessou a violência. Segundo a polícia, disse que era tudo um ritual e que duas mulheres o ajudaram. Uma delas é Maria dos Anjos Nascimento, a Bia, de 56 anos. À polícia, ela disse que faz trabalhos religiosos. A outra é a lavradora Angelina dos Santos. Magalhães diz que é amante dela, o que ela nega.
As duas estão presas temporariamente. Negam participação e dizem que a acusação de Magalhães é absurda.
Por causa da revolta da população de Ibotirama, a polícia decidiu transferir Magalhães de cidade. Pouco antes de ser removido, explicou à reportagem do Fantástico qual era seu objetivo: matar a criança.
"Foi ideia de louco mesmo colocar essas agulhas nele. Eu colocava na perna e na barriga dele. Na hora, ele estava dopado. Ia matar a criança. Pobre do coitado", diz o padrasto do menino. "Eu brigava direto com minha mulher. Passava 15, 20 dias de mal com ela e começava a fazer essa palhaçada besta de matar o menino", diz.
Ritual
Magalhães conta que a criança era levada para a casa de Angelina para poder aplicar as agulhas. Sobre a participação de Bia, ele explica: "A Bia trabalhava com os caboclos, com os orixás, para poder fazer isso. Era ela quem preparava o vinho para dopar o menino".
"Foi um sofrimento brabo mesmo. Era para atingir a mãe do menino. Angelina ficava ali junto, segurando no menino, para eu poder colocar as agulhas. Eu achava que as agulhas iam caminhar pelo corpo para matar o menino", diz ele, que achava que ninguém ia descobrir.
E conta que o menino tinha medo dele. "Ele corria, gritava nos braços da mãe que não queria de jeito nenhum quando me via. Eu levava ele para casa e depois para o hospital. Eu falava para o médico que ele estava chorando e depois começava a vomitar. O médico passava o soro. Eu levava ele para casa e fazia a ruindade de novo", diz.
O padrasto vivia com a mãe do menino havia seis meses. Além da criança que foi agredida, ela tem dois filhos com outro homem. Na casa onde a família vivia, a avó materna, Adelicia Souza dos Santos, sofre à espera de notícias. Era ela quem cuidava da criança.
"Ele é como um filho meu. É o menino que eu quero mais bem", diz ela.
Transferida na quinta-feira (17) a Salvador, a criança passou por uma cirurgia de cinco horas. Mas o menino sobreviveu e já respira sem a ajuda de aparelhos na unidade de tratamento intensivo. Quatro agulhas – duas no coração e duas no pulmão – foram extraídas. Eram as mais perigosas. Mais duas cirurgias ainda devem ser feitas para a retirada total das agulhas.
Segunda criança com agulhas no corpo
28 Dezembro 2009
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Segunda criança com agulhas no corpo
2009-12-21
Em menos de uma semana foi descoberto no Brasil um segundo caso de uma criança com agulhas no interior do corpo, desta feita no Estado do Maranhão, noticiou hoje, segunda-feira, a imprensa local.
A nova vítima, também um menino de dois anos envolvido num suposto ritual de magia negra, foi operada na cidade de São Vicente Ferrer para lhe serem retiradas duas das sete agulhas que estavam espetadas no seu estômago.
A polícia do Maranhão suspeita que os pais da criança praticavam com ela algum ritual de magia negra.
Contudo, os progenitores alegam inocência no caso.
Ainda assim, a Justiça decidiu entregar a custódia do menor aos avós paternos.
Na sexta-feira, mas no Estado da Baía, um menino de dois anos foi operado com sucesso por uma equipa de cirurgiões de um hospital de Salvador, que lhe retirou quatro das dezenas de agulhas de coser cravadas no seu corpo, as mais perigosas por se encontrarem próximo do coração e de um pulmão.
A criança começou a comer normalmente e a respirar sem auxílio de máquinas no último domingo.
Os médicos prevêem remover-lhe brevemente as agulhas que estão alojadas no abdómen, no estômago e na bexiga.
O padrasto do menor, que foi detido, confessou à polícia que lhe cravou dezenas de agulhas, "abençoadas" por uma mulher praticante de candomblé, seguindo as instruções da sua amante, que queria o casal unido.
O homem, de 30 anos, contou ainda que adormecia o enteado com vinho e que pretendia matá-lo lentamente para se vingar da sua mulher.
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